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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Villa romana de Pisões / Roman villa of Pisões



O sítio arqueológico da villa romana de Pisões foi acidentalmente descoberto em 1967 durante a realização de alguns trabalhos agrícolas, deu-se de imediato início à sua investigação arqueológica, sendo classificado como "Imóvel de Interesse Público", em 1970. Ocupada no período romano entre os séculos I a.C. e IV d.C.
Apresenta-se como villa de peristilo, com uma fachada porticada virada a sul a qual dava para um tanque rectangular com mais de 45 metros de comprimento, o natatio, foi criada de forma rectangular e alongada virada para o exterior, ao invés de se desenvolver em torno do peristilo, com pórticos e loggia na fachada. Apresenta mais de quarenta divisões em volta do peristilo, acedia-se a este edifício através de um longo corredor. Estes compartimentos eram essencialmente caracterizados pela sua riqueza decorativa, designadamente na denominada pars urbana. Devido à riqueza cinegética da região, viabilizadora de uma acentuada exploração agrícola, pecuária e mineira, cujos produtos se destinariam ao abastecimento de diversos mercados, a villa encontra-se parcialmente escavada, sobretudo na área correspondente à residência dos proprietários.
A proximidade da barragem de Pisões em articulação com o conjunto edificado da villa, teria como principal finalidade abastecer de água os tanques, piscina e termas existentes na propriedade. Na verdade, o edifício termal constitui um dos mais relevantes exemplares de termas privadas romanas encontrados no actual território português, tendo sido construído em duas fases, certamente de modo a concretizar a edificação de todas as estruturas a ele inerentes: o apodyterium (onde os frequentadores se untavam e praticavam exercícios físicos); o laconicum (sauna); o strigilus (onde procediam à raspagem da gordura e pelos dos corpos); o alveus do caldarium (onde tomavam banho num tanque de água quente) e, finalmente, as zonas do tepidarium e do frigidarium.
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The archaeological site of the Roman villa of Pisões was accidentally discovered in 1967 during the performance of some agricultural works, immediately gave beginning to its archaeological inquiry, being classified as "Property of Public Interest" in 1970. Occupied in the Roman period between centuries I BC and IV AD.
Presents itself as a peristyle villa, with the front facing south which gave to a rectangular tank with more than 45 meters length, the natatio, it was created in a rectangular and prolongated form capsized for the exterior, instead to develop around the peristyle, with gateways and loggia in the façade. Presents more than forty rooms around the peristyle, access to the building was through a long corridor. These compartments essentially were characterized by its decorative wealth, appointedly in the called pars urbana. Due to cinegetic wealth of the region, enabling one accented agricultural, cattle and mining exploration, whose products would intend to the supplying of diverse markets, the Villa is excavated partially, over all in the corresponding area to the residence of the proprietors.
The proximity of the Pisões barrage in joint with the Villa built set, it would have as main purpose to supply with water the existing tanks, swimming pool and thermae in the property. In truth, the thermal building constitutes one of the most excellent units of private Roman thermae found in the current Portuguese territory, having been constructed in two phases, certainly in order to materialize the construction of all the inherent structures in it: apodyterium (where the visitors dipped in grease and practised physical exercises); laconicum (sauna); strigilus (where they proceeded to the scraping of the grease and the body hair); alveus of caldarium (where they took bath in a hot water tank) and, finally, the zones of tepidarium and frigidarium.

Mais informações: arqueoturis@gmail.com

Fonte: Diversas

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